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O  retorno de aulas presenciais, ainda que de forma parcial, tem sido autorizado em parte do país. A Rede de Pesquisa Solidária apontou, porém, que apenas 56% das capitais e 49% dos estados apresentaram planos estruturados para a reabertura de escolas — em nota técnica divulgada em 9 de julho (leia em redepesquisasolidaria.org).Os pesquisadores observaram, por exemplo, que a preocupação em investir recursos na compra de termômetros e na higienização de superfícies superou consideravelmente a preocupação com outras medidas mais eficazes, como a distribuição, ou mesmo conscientização, para o uso de máscaras de melhor qualidade e testagem ativa nas escolas. Apenas duas capitais e um estado distribuíram este tipo de máscaras como parte do esforço de reabertura para o ensino presencial.A ampla ventilação dos ambientes também não tem recebido a devida prioridade nos protocolos, segundo a nota. O monitoramento da saturação de CO2 nas salas de aula não foi adotado por nenhum dos planos examinados. A subdivisão de turmas em bolhas que se alternam na frequência, uma ferramenta eficiente para o isolamento de contatos em caso de surtos, foi prevista por três capitais e 12 estados.A Frente pela Vida, que reúne diversas entidades da Saúde, Educação e Assistência Social, elaborou um panfleto para orientar a população sobre o retorno. "As aulas presenciais estão voltando, mas a pandemia ainda não acabou", destaca o folheto, ressaltando também que além da vacina, são necessárias condições para voltar. Para baixar o material, acesse https://bit.ly/3s5hnCb.