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Outro estudo da Fiocruz Pernambuco vem avaliando como se comporta o vírus no organismo humano vivo. Patrocinado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e Ministério da Saúde (MS), o levantamento irá monitorar durante um ano os voluntários com suspeita clínica do vírus que derem entrada em uma Unidade de Pronto Atendimento e postos de saúde de um dos Distritos Sanitários do Recife. O objetivo é verificar quanto tempo o zika pode ficar ativo no organismo dos que tiverem o resultado do exame positivo para o vírus. Os resultados da pesquisa devem sair em 2019. Conforme noticiou o jornal Folha de Pernambuco (26/07), além da atividade viral, que pode indicar transmissibilidade da doença, será checado se o vírus pode permanecer inativo e reaparecer posteriormente. O acompanhamento dos voluntários será no Hospital das Clinicas, que criou ambulatório especifico para o grupo, e os testes laboratoriais ficam a cargo da Fiocruz Pernambuco. Além do Recife, o projeto ZikaBRA fará estudos em Manaus e Rio de Janeiro. Familiares dos voluntários e seus parceiros sexuais também serão convidados a participar, independentemente de terem apresentado sintomas.