Radis Comunicação e Saúde
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Vejo na reportagem “O cuidado ancora nas margens” (Radis 211) uma técnica de enfermagem realizando dispensação de medicamentos, especificamente antimicrobianos, atividades privativas do farmacêutico, contrariando portaria do MS. Onde fica a integralidade da assistência? Usuários sem acompanhamento farmacoterapêutico por profissional legalmente habilitado. Com certeza os usuários ficam “a ver navios”, no que concerne à integralidade da assistência farmacêutica, obrigatória nos preceitos do SUS.

Torres Leôncio, Recife, PE

Olá, Leôncio. Encaminhamos sua questão a Adriana Moreira, secretária de saúde de Tefé, que nos enviou por uma explicação: “Entendo perfeitamente as colocações do leitor. Porém, trabalhamos com limitações financeiras e o Ministério da Saúde não nos repassa recursos para tal contratação; além de farmacêuticos, temos inúmeras profissões que reivindicam seu espaço na atenção. Também temos esses mesmos problemas nas UBS da área urbana. Esperamos mais recursos para que possamos financiar ações que atendam a todas as legislações”, disse a secretária.