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Lendo o texto “Meu paciente favorito”, de Fernando Tenório (Radis 204) fiquei pensando que enquanto muitos adoecem porque necessitam de pouco para pagar as contas e viver com dignidade, poucos adoecem porque têm sobrando e querem mais. Mas nesse meio que não é o côncavo e o convexo, tem singularidades, subjetividades, complexidade que vão além da nossa vã filosofia.

Noélia Barboza Lira de Almeida, no site da Radis