No mês em que o rompimento da barragem da Samarco em Mariana (MG) completou três anos, a imprensa relembrou o maior desastre ambiental brasileiro, ocorrido em 5 de novembro de 2015, com matérias que abordavam o descaso com as vítimas e o risco de novas tragédias. “Os 28 projetos financiados pela Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig), ligados à recuperação da Bacia do Rio Doce, estão parados por falta de verba”, registrou o G1 (4/11). A reportagem informa que entre as propostas aprovadas estão a reconstrução dos distritos por meio de tecnologias sociais, estudo de impactos nas escolas no campo, monitoramento químico do Rio Doce e remoção de arsênio e manganês da água para uso humano e animal. No mês em que o rompimento da barragem da Samarco em Mariana (MG) completou três anos, a imprensa relembrou o maior desastre ambiental brasileiro, ocorrido em 5 de novembro de 2015, com matérias que abordavam o descaso com as vítimas e o risco de novas tragédias. “Os 28 projetos financiados pela Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig), ligados à recuperação da Bacia do Rio Doce, estão parados por falta de verba”, registrou o G1 (4/11). A reportagem informa que entre as propostas aprovadas estão a reconstrução dos distritos por meio de tecnologias sociais, estudo de impactos nas escolas no campo, monitoramento químico do Rio Doce e remoção de arsênio e manganês da água para uso humano e animal.