Do deputado federal Marcelo Freixo (Psol-RJ), vivo porque a Polícia Civil do Rio de Janeiro desarticulou um plano para matá-lo em 13 de dezembro. A execução do parlamentar estava preparada por um policial militar e dois comerciantes ligados a uma milícia da Zona Oeste da cidade para o sábado 15, quando se encontraria com professores em Campo Grande. O deputado, do mesmo partido da vereadora assassinada Marielle Franco, recebe ameaças desde que presidiu a CPI das Milícias em 2008, quando pediu o indiciamento de 225 políticos, policiais, agentes penitenciários, bombeiros e civis.