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É a ignorância — e não o conhecimento — o verdadeiro motor da ciência, defende o neurocientista Stuart Firestein. Em linguagem ágil e acessível, o autor recupera em “Ignorância” (Companhia das Letras) premissas que sustentam o curso que oferece há anos na Universidade Columbia, nos Estados Unidos, baseadas no “não saber”. O trabalho dos pesquisadores é como “procurar um gato preto em um quarto escuro, sem saber se o gato está lá”, diz o autor, na tentativa de explicar como os cientistas usam a ignorância para planejar seu trabalho, identificar o que deve ser feito, quais são os próximos passos e onde devem concentrar sua energia. Uma abordagem original sobre a natureza da pesquisa e a busca por conhecimento.