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Como um adulto vive sem documentos no Brasil? Para escrever a sua tese de doutorado, a jornalista e professora Fernanda da Escóssia mergulhou no cotidiano de um serviço público e gratuito de emissão de certidões de nascimento instalado em um ônibus na Praça Onze, no centro do Rio de Janeiro. O resultado, agora transformado no livro Invisíveis: uma etnografia sobre brasileiros sem documento (Editora FGV), narra a saga de homens e mulheres que não votam, não possuem emprego formal, têm seu acesso à educação limitado e só conseguem atendimento médico de emergência, por exemplo. Entre histórias como a de uma mulher que, por não ter documentos, não conseguia ser operada nos hospitais para tratamento de um câncer, e de outra que, enquanto buscava a certidão, reencontrou a irmã depois de 20 anos, Invisíveis trata da luta por cidadania e direitos.Como um adulto vive sem documentos no Brasil? Para escrever a sua tese de doutorado, a jornalista e professora Fernanda da Escóssia mergulhou no cotidiano de um serviço público e gratuito de emissão de certidões de nascimento instalado em um ônibus na Praça Onze, no centro do Rio de Janeiro. O resultado, agora transformado no livro Invisíveis: uma etnografia sobre brasileiros sem documento (Editora FGV), narra a saga de homens e mulheres que não votam, não possuem emprego formal, têm seu acesso à educação limitado e só conseguem atendimento médico de emergência, por exemplo. Entre histórias como a de uma mulher que, por não ter documentos, não conseguia ser operada nos hospitais para tratamento de um câncer, e de outra que, enquanto buscava a certidão, reencontrou a irmã depois de 20 anos, Invisíveis trata da luta por cidadania e direitos.