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Filha de Ogum, com apenas três anos de idade, Jamila Olabamiji já havia criado seu primeiro computador com sucatas; aos 15, já era capaz de destruir a cidade onde morava e revolucionar o mundo com seu invento. Com uma linguagem que mistura fantasia, ficção científica e tradições ancestrais, a história do romance “A cientista guerreira do facão furioso” (Editora Malê), de Fábio Kabral, leva o leitor a penetrar no afrofuturismo, movimento estético-artístico que mistura fantasia, tecnologia e referências africanas, em narrativas cujos protagonistas são homens e mulheres negros.