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Reportagem |

O menino que cresceu com Radis

Em agosto de 2010, entrei como estagiário no Programa Radis. Lembro como se fosse ontem o dia que entrei pela sala 515, quando era para entrar pela 513. Minha primeira impressão foi de encantamento, com a redação e as mesas dos repórteres e do designer organizadas, as edições passadas da revista penduradas na parede. Era minha primeira experiência numa redação.

Editora e designer juntos me entrevistaram e começa minha história no Radis. Entre uma arte e outra, passando pela seção de Cartum, Radis Adverte e algumas pequenas ilustrações para as matérias, eis que faço minha primeira cobertura fotográfica acompanhando a repórter Katia Machado, para uma matéria sobre Unidades Socioeducativas e Saúde Mental, da Radis 99.

Terminei o estágio com um misto de alegria e tristeza. Grato pela oportunidade e experiência obtidas, mas deixando para trás o Radis, que me conquistou pra sempre.

Em 2015 fui inserido na equipe, contratado como fotógrafo. Desde então participei da 16ª Conferência Nacional de Saúde, MedTrop, Abrascão e tantos outros eventos e coberturas fotográficas pelo Brasil afora. Goiânia. Interiores de Pernambuco, Paraíba e Ceará. Região da Cracolândia, em São Paulo. Quilombos do Rio Tapajós, em Santarém, no Pará. Estágio, freelancer, contratação... e lá se vão 9 anos de amor e serviço ao Radis, à comunicação em saúde e à saúde pública.

Foram anos muito gratificantes e muito marcantes para mim, pois o Radis me mostrou a importância da comunicação em saúde e, em cada edição da revista, como o SUS e o nosso Brasil são grandes. O quanto temos que defender nossa saúde pública para que seja de qualidade e para todos.