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37 anos após abrir suas portas à participação popular pela primeira vez, na emblemática 8ª, a Conferência Nacional de Saúde voltou a fazer história em sua 17ª edição, registrando participação recorde. Segundo o Conselho Nacional de Saúde (CNS), responsável pela organização, mais de 6,7 mil pessoas estiveram no Centro Internacional de Convenções do Brasil, em Brasília, durante os quatro dias da etapa nacional da conferência, tomadas pelo “esperançar” por dias melhores.

Amanhã Vai Ser Outro Dia, previa a organização quando escolheu o tema, ainda em uma conjuntura de retirada de direitos e ameaça à democracia. De 2 a 5 de julho, o amanhã era hoje, e os dias raiaram sem pedir licença, tal qual diz a canção de Chico Buarque. O céu de Brasília clareou de repente, impunemente, para que os delegados cantassem em coro em defesa da saúde pública, integral, universal: “O SUS é nosso, ninguém tira da gente, direito garantido, não se compra e não se vende”.

Uma palavra capaz de descrever a 17ª Conferência Nacional de Saúde com precisão é diversidade. Mais bandeiras, mais cores, mais sotaques, mais lutas e mais histórias de vida em busca da tão sonhada equidade. Novas caras se espremeram nos corredores com rostos mais conhecidos — que sustentaram o movimento sanitário até aqui e que por muitos anos pediram por renovação. Juntos, celebraram a retomada do poder popular, após anos obscuros e de cerceamento do controle social, e defenderam a permanência de uma mulher, a ministra Nísia Trindade, no comando do SUS.

O amanhã é hoje

O amanhã é hoje

Retomada do controle social e ampliação da diversidade marcam a 17ª Conferência Nacional de Saúde

A participação popular voltou!

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Eleição de delegados em conferências livres aumenta diversidade na 17ª — e também disputas

Nísia fica!

Nísia fica!

Plenária defende permanência da ministra no cargo, como representante de um projeto coletivo

Queremos o Brasil da participação

Queremos o Brasil da participação

Debate na 17ª destaca o protagonismo da diversidade e do direito à comunicação para a construção de um país com mais equidade

Todes, todas e todos pela equidade

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Para população LGBTQIAPN+, “revolução” é cumprir os princípios do SUS

A força das pessoas com deficiência

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Movimento, com recorde de participantes, pede mais inclusão nas políticas públicas

Representação plural

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Delegados, como Ivone e Ananias, transformam suas vivências em ação política

A veterana e o estreante

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O que move uma delegada experiente e um delegado de primeira viagem na 17ª Conferência Nacional de Saúde

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