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Em três anos, mais de 700 mil pessoas morreram de covid-19 no Brasil. Mais que números, são mães, pais, filhos, amigos e amores que tiveram suas vidas interrompidas. São os Inumeráveis traduzidos nos versos do poeta cearense Bráulio Bessa, depois musicado pelo cantor Chico César: “Se números frios não tocam a gente, espero que nomes consigam tocar”. Radis conversou com familiares de vítimas e essas histórias de vida compõem um mosaico de dor, saudade e revolta. Os que ficaram sabem que os mortos não serão substituídos e lutam pela responsabilização dos agentes públicos, por justiça e por reparação pelos crimes cometidos pelo Estado, para que essa tragédia nunca mais se repita.

“A dor é tatuagem”

“A dor é tatuagem”

Leonardo Accioly perdeu o irmão e a mãe para a covid-19 e agora luta por justiça

“A prioridade foi dada a pessoas mais jovens”

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Paola Falceta conta como sua mãe sofreu com o etarismo durante a internação por covid-19

“É devastador perder um filho”

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Lucynier Omena culpa as autoridades brasileiras pela morte de seu filho pela covid-19 e luta por reparação

“Não tem um dia que eu não pense neles”

“Não tem um dia que eu não pense neles”

Wilson Cotrim fala sobre o vazio após a morte da mãe, Maria Eugênia, e dos irmãos, Wilton e Claudio

“Dói saber que eu não tenho mais ela aqui”

“Dói saber que eu não tenho mais ela aqui”

Laíza Diniz fala sobre a dor e a saudade que sente da avó que morreu vítima da covid-19

“A minha ficha não tinha caído”

“A minha ficha não tinha caído”

Millena Buçard conta como aprendeu a lidar com o luto com a morte do marido pela covid-19

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